terça-feira, 22 de maio de 2012

Aprendendo a gostar de você...

Aprenda a gostar de você

"Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você... A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando... A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar... Mas uma coisa parece estar sempre presente... A busca pela felicidade, com o amor da sua vida. Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?" E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?". Como diz meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente sempre achava que era. Cada namorado era o novo homem da sua vida. Fazíamos planos, escolhíamos o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente... PLAFT! Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo". Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses. Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva. Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite. Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando você está de hort,camiseta e chinelo. A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação, já não tem o mesmo valor que tinha antes. A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete, e vice-versa. Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta... E haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira. Sem falar na diversidade, que vai do Forró ao Beatles. Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som... Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você! "

( Mário Quintana)




Bíblia no iPad

Versão virtual da Bíblia chega ao iPad

Chamado de "Diário da Palavra", o aplicativo lançado pela Fundação João Paulo II (Canção Nova) traz uma versão virtual da Bíblia para o iPad, com o sistema operacional iOS 5.0 ou superior.









O app permite, além da leitura do conteúdo, folhear página a página, marcar versículos, anotar comentários, realizar buscas por informações específicas - traduções, livros, capítulos ou versículos - e selecionar trechos para compartilhar nas redes sociais.
 "Diário da Palavra" está disponível para download na App Store. O aplicativo é gratuito e pode receber atualizações mais a frente, como várias traduções bíblicas, opções de vídeos e versões para plataformas com o sistema Android.



Biodiversidade - preservar é questão de sobrevivência

Hoje, dia 22 de maio, é comemorado em todo mundo o Dia Internacional da Biodiversidade. A formação da palavra biodiversidade se dá pela união do radical Bio = vida e da palavra diversidade = variedade, por isso conclui-se que biodiversidade significa ‘variedade de vida’ e as complexidades ecológicas nas quais elas ocorrem. A data é celebrada desde que foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. A importância do tema é tanta, que a organização declarou esta como a década da Biodiversidade (2011-2020). Ela é formada por uma associação de vários componentes hierárquicos: ecossistema, comunidade, espécies, populações e genes em uma área definida, o que significa dizer que varia de acordo com as diferentes regiões. A biodiversidade reúne toda a variedade de vida, desde micro-organismos até animais e plantas. É o conjunto de espécies que estabelece uma inter-relação na qual cada ser, por mais simples que seja, tem uma função fundamental na composição do ecossistema. A biodiversidade funciona como uma máquina, em que animais e vegetais são suas engrenagens. Por exemplo, se uma espécie de vegetal for comprometida, poderá ocasionar a extinção daquele animal que o tem como base de sua dieta. Esse animal que se extinguiu, por sua vez, possuía uma função na cadeia alimentar ou na própria natureza. A preservação da natureza e da diversidade garante a proliferação da vida.
As indústrias têm focalizado sua atenção às florestas, para conhecer espécies que podem ser utilizadas como matéria-prima na produção de medicamentos e cosméticos, mas não pensam que essa exploração pode alterar ou impactar as áreas de possível extração. O homem com sua capacidade de pensar, gerar riquezas e desenvolver tecnologias, cria várias coisas, mas não consegue (ou não quer) recriar o habitat que ele mesmo danificou.
Estudos revelam que nos próximos 25 anos, de duas a sete espécies em cada 100 vão se extinguir. É importante saber que cada planta extinta ocasiona a perda de 30 espécies de animais e insetos que dela dependem. A atenção dedicada ao assunto deve-se não somente a importância da conservação da biodiversidade para a manutenção da vida humana, mas, principalmente, devido ao uso desordenado dos recursos naturais para sustentar um padrão de vida danoso a Terra. Estima-se que apenas no último século, graças à nossa espécie, sumiram do planeta metade das áreas pantanosas, 40% das florestas e 30% dos manguezais. Para se ter ideia, caso o desmatamento não seja reduzido pela metade até 2030, somente os danos associados às mudanças climáticas chegarão à ordem de 3,7 bilhões de dólares.
A menos de um mês da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), o relatório Living Planet, que reúne dados científicos sobre o meio ambiente a cada dois anos produzido pelo WWF, indicou que as condições do planeta pioraram desde a Rio 92.
Desde então, o mundo teve uma perda de biodiversidade de 12%, emite 40% mais gases poluentes, as florestas diminuíram 3 milhões de metros quadrados. Caso continue neste ritmo, segundo alerta o documento, o mundo precisará da quantidade de recursos equivalente a três planetas até 2050.
O cenário brasileiro em relação à biodiversidade também não é muito animador. Com metade das espécies brasileiras conservadas em Unidades de Conservação, sete delas devem ter a área reduzida para dar lugar a 22 hidrelétricas planejadas na Amazônia. O novo Código Florestal, que aguarda decisão presidencial sobre a sanção até o fim desta semana, pode ser um desastre para as florestas brasileiras, segundo antevê uma boa parte dos especialistas na área.
A degradação desenfreada dos recursos naturais é como um bumerangue. Se continuarmos desperdiçando esse recursos, em troca, não teremos de onde tirar nem o básico para o sustento nas próximas décadas.                       
                                                     
Preservar a natureza é responsabilidade de todos.


Tá ligado?

Adoro ler artigos sobre pesquisas. Mas devemos concordar que algumas delas não trazem benefícios nenhum para a sociedade. E ainda disputam o prêmio IG Nobel. O Prêmio IgNobel é um prêmio dado para a descoberta científica mais estranha do ano. E, por falar nisso, adorei o artigo sobre o assunto publicado pelo psicanalista Jorge Forbes sobre uma dessas pesquisas: a fofoca. Leiam!

Fofoca como laço social
Jorge Forbes ( Psicanalista) 

Ora, ora. Duas psicólogas da Universidade de Staffordshire, na Inglaterra, gastaram um bom dinheiro para mais uma dessas pesquisas que pululam por aí, para satisfazer a febre empírica de tudo provar com números, característica de nossa época, e que disputam o prêmio “Ig Nobel”. Chegaram a duas conclusões apresentadas no último 7 de setembro, em congresso realizado na Universidade de Winchester: que fofocar elogiando faz bem para o fofocador, e que homens fofocam 76 minutos por dia, enquanto mulheres fofocam menos, só 52 minutos, contrariando a voz popular. Essa notícia obteve repercussão na internet, enquanto, nas plagas brasileiras, uma revista semanal abriu espaço nobre para reproduzir a nota, sem qualquer crítica.
Dado o interesse, examinemos a fofoca. Para começar, fofoca se antepõe, classicamente, à informação dita séria. Fofocar é falar sem prova, normalmente baseado no que uma pessoa sente ou, melhor, naquilo que quer fazer o outro sentir. A característica negativa da fofoca é muito mais comum que a positiva, por uma razão simples: é exatamente a negatividade que justifica a não publicação oficial do fato, pelas mais variadas razões morais, deixando e incitando que ele – o fato - se espraie pela rede do diz-que-diz. Em um mundo em que canais oficiais se distinguiam claramente dos informais, era fácil separar a fofoca da informação. Não é o que ocorre em nossos dias de uma sociedade horizontalizada, na qual os meios de comunicação estão à disposição de todos, de forma fácil, barata e eficiente. Todo mundo pode comentar tudo, estamos no mundo da fofoca generalizada.
No mundo anterior, vertical e padronizado, a informação séria acalmava os espíritos que nela encontravam a boa referência para se orientar. No universo atual da epidemia da fofoca, as pessoas se achando perdidas, buscam uma palavra que lhes seja mais asseguradora, daí seguirem piedosamente os que falam em nome de Deus, ou em nome da ciência, o que explica a explosão de neo-religiões em cada esquina, ou em cada madrugada televisiva, e o crescimento exponencial dos livros de auto-ajuda supostamente calcados em ciências da mal dita “qualidade de vida”.
Fofoca-se sobre tudo e sobre todos, respeitando a uma só regra essencial: -“Jamais fofoque em frente ao fofocado”. Frente à invasão da fofoca em todas as vidas, como se defender? Podemos depreender de Jacques Lacan uma lição simples: nunca dê consistência ao Outro. O que quer dizer isso? Elementar: a fofoca, exatamente por sua característica de incerteza, pede para ser comprovada e não há melhor comprovação que aquela oriunda do fofocado, através de ações do gênero: desmentido, irritação, agressão, disfarce. O fofocado nunca deve assumir o lugar de condenado que lhe é proposto, assim fazendo, a fofoca voltará como descrédito a quem a inventou. Vejam exemplos em pessoas muito conhecidas como Chico Buarque e Pelé; quando é que eles responderam a alguma fofoca sobre novas namoradas, ou filhos não declarados? Já, Caetano Veloso tem tropeçado volta e meia no rabo da fofoca, se desgastando em explicações pela imprensa de supostos fatos que não resistem ao primeiro acorde de uma de suas canções. 
A fofoca vive bem nesse nosso novo mundo que funciona mais pelo ressoar que pelo raciocinar. Quando dois jovens hoje conversam entre si, eles não perguntam um ao outro, como seus pais faziam, se está claro o que foi dito, se deu para compreender. Não, o que eles perguntam está resumido na expressão tão repetida a ponto de virar caricatura, que é a “Tá ligado?”. Perguntar se “tá ligado” é querer saber se o que foi dito ressoou no interlocutor, se encontrou eco, e não se foi bem compreendido. A cada um de saber o que fazer com o que o foi dito, a cada um de completar o sentido do “tá ligado?”. Assim, esse terreno se revela rico para a fofoca que transita por aí como a energia transita em um fio. E tudo vai bem, salvo se alguém resolve acreditar que a fofoca é sobre ele mesmo; aí o circuito pára, por ter encontrado uma pessoa fora do laço social da globalização: um desligado.

(Artigo publicado em “Psique – Ciência e Vida”, n° 59, Novembro de 2010).


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Viagem pela história ou pela ficção no museu de cera de Petrópolis

Já se imaginou trocando uma ideia com a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, ou tirando dúvidas com o genial cientista Albert Einstein? No Museu de Cera de Petrópolis, que foi inaugurado em setembro de 2011, é possível posar ao lado de réplicas de personalidades da História do Brasil e de personagens que marcaram a trajetória do cinema. A casa de dois pavimentos reúne pessoas de destaque em segmentos variados, são exibidos 14 estátuas de personalidades reais ou da ficção, brasileiras e estrangeiras, confeccionadas nos Estados Unidos pelo especialista Henry Alvarez, que assina os bonecos dos filmes “Batman” e “Robocop”. A atração foi claramente inspirada no museu inglês Madame Tussauds, cuja sede fica em Londres. As figuras que podem ser reconhecidas por várias gerações estão expostas em tamanho natural. Desde a Princesa Isabel ao cineasta Alfred Hitchcock, passando pelo capitão Jack Sparrow (o pirata cafajeste vivido pelo ator Johnny Depp em “Piratas do Caribe”). Os bonecos são perfeitos e até os mínimos detalhes foram feitos com precisão... Além dos bonecos, foi criado todo um contexto onde eles estão, para dar o clima da história, artístico e ficcional do personagem. A meta é atingir 40 réplicas até 2013 — explica Renato Bomtempo, um dos proprietários do museu. Nos museus de cera mundo afora, não há muitos brasileiros além de Pelé e Ayrton Senna. Há uma gama de pessoas que poderíamos incluir, como Jô Soares, Oscar Niemeyer, Caetano Veloso e Pelé”, declarou. O espaço permite que os visitantes interajam com os bonecos. Para se ter uma ideia, dá até para dar uma canja com o cantor Gilberto Gil, num palco com direito a microfone.

O Museu de Cera de Petrópolis fica na Rua Barão do Amazonas 35, Centro.
O ingresso custa R$ 10 e R$5 idosos e estudantes.
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 17h.
Telefone: (24) 2249-1595.

Os horários podem ser pré-agendados para que os visitantes tenham maior conforto para acessar o museu de Cera de Petrópolis.

O museu também oferece visita guiada, inclusive em inglês.




Mandicas, conselhos de um empreendedor

O que um funcionário odeia ouvir de um chefe todo mundo já sabe: "Você está despedido!". Mas o que será que os chefes não gostam de ouvir? Você sabe? Uma pesquisa norte-americana divulgou as frases mais odiadas pelos chefes.
Confira:
- Isso é simplesmente impossível;
- Preciso de um aumento;
- Nós sempre fizemos as coisas desse jeito;
- A festa bombou, estou com uma baita ressaca;
- Não agüento trabalhar com fulano;
- Vou te apresentar um amigo solteiro;
- Eu não sei;
- Eu mandei um email sobre isso na semana passada;
- Não é minha culpa.
             As dicas do Mandic

Aleksandar Mandic - nascido em 12 de agosto de 1954 em São Paulo, é um empresário brasileiro. Pioneiro na área de telecomunicações, foi um dos primeiros a explorar comercialmente o serviço de provedor de internet no Brasil e introduziu o serviço BBS (Bulletin Board System) no país. Ganhador dos prêmios de empreendedorismo:
1999 - Empreendedor do Ano (da auditoria de demonstrações financeiras Ernst & Young)
1999 - A MANDIC foi premiada como “Melhor Provedor IBEST 97/98”
2000 - “Melhor Provedor TOP3 IBEST 98/99”, o mais importante prêmio da internet brasileira.
2006 - Prêmio SUCESU 40 Anos (da Associação de Usuários de Informática e Telecomunicações)
Mandic iniciou sua carreira profissional na Siemens S.A.onde trabalhou por 17 anos. Em 1990 criou no quarto de hóspedes de sua casa o Mandic BBS, um dos primeiros provedores de Internet do Brasil. Depois de vender em 1998 a Mandic Internet S.A. para a Impsat Corporation, empresa de tecnologia e informação do grupo empresarial argentino Pescarmonao, Mandic foi – junto com Nizan Guanaes e Matinas Suzuki Jr – sócio-fundador da iG (Internet Group) onde atuou como vice-presidente de novos negócios até 2001. Em 2002 retomou o domínio da marca “MANDIC” para relançar a empresa MANDIC Ltda Internet, focada na oferta de serviços diferenciados de correio eletrônico. É reconhecidamente um dos nomes mais importantes da internet brasileira.
Mandic afirma que: A ideia é o artifício mais barato que você tem”, diz ainda que, iniciativa e boas ideias são os principais veículos para o sucesso. Fala que as piores frases que um funcionário pode dizer são: “Eu acho”... E exemplifica: “Eu acho que o avião tem combustível”, que achar não é saber e pode ter graves conseqüências. “Isso não dá pra fazer”... Acrescenta que o que mais gosta num funcionário é a iniciativa. Diz que não abriria mão dos técnicos porque são a alma da empresa, por isso é importante se especializar. Um técnico experiente é difícil de ser substituido, porque não adianta fazer de tudo um pouco e não fazer nada bem. Outro ponto importante para Mandic é a pontualidade: “sinônimo de confiabilidade”. É importante também fazer o que se gosta para estar motivado.
Sendo referência, Mandic acaba de lançar: mandicas, um livro de frases criadas, coletadas e comentadas por ele e que pretende servir de guia para quem busca inspiração para tocar o próprio negócio ou em melhorar sua vida profissional.

Página oficial: www.mandic.com.br
Fonte de pesquisa: Wikipédia



Sábias palavras

Recebí esta mensagem de uma amiga e, apesar de não ser espírita, admiro e respeito o grande médium Chico Xavier pelo seu maravilhoso trabalho humanitário com os mais necessitados. Suas palavras encantam por externarem a sua humildade, mas também por transbordarem sabedoria. 
Nascido no dia 02 de Abril de 1910, na cidade de Pedro Leopoldo, em Minas Gerais, Francisco Cândido Xavier foi um brasileiro que viveu com simplicidade, dedicando-se à divulgação da Doutrina Espírita através da prática da mediunidade, sempre com humildade e sem jamais ganhar financeiramente por isso. Ele faleceu no dia 30 de Junho de 2002, aos 92 anos, após anos de exercício mediúnico e prática da caridade. Foi considerado o maior e o mais produtivo médium psicógrafo do mundo em todos os tempos, com mais de 400 obras psicografadas, sendo que algumas delas traduzidas e publicadas em castelhano, esperanto, inglês, grego, japonês, entre outros idiomas.